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terça-feira, 26 de junho de 2012

Série Namoro Santo: Por que o namoro não é tempo de viver a vida sexual?



O sexo tem duas dimensões, finalidades: unitiva e procriativa.

Deus fez do casal humano "a nascente da vida", disse o Papa Paulo VI; e assim deu ao homem a missão de gerar e educar os filhos. Nenhuma outra é mais nobre do que esta.

Se é belo construir casas, carros, aviões ..., mais belo ainda é gerar é educar um ser humano, imagem e semelhança de Deus. Nada se compara à missão de ser pai e mãe.

Um dia os computadores vão deixar de calcular, os carros de rodar, os aviões de voar... mas jamais o ser humano acabará, pois tem uma alma imortal.

Na aurora da humanidade Deus disse ao casal: "multiplicai-vos".

"A dualidade dos sexos foi querida por Deus, para que o homem e a mulher, juntos, fossem a imagem de Deus", disse certa vez o Papa Paulo VI.

É através da atividade sexual que o casal se multiplica e se une profundamente; isto é um desígnio de Deus.

O ato sexual é o ato "fundante" da geração do filho, porque é por ele que a doação amorosa do casal acontece. É por isso que a Igreja não aceita outra maneira de gerar a vida humana.

Por outro lado, a relação sexual une o casal mais fortemente.

Há muitas maneiras de se manifestar o amor: um gesto atencioso, uma palavra carinhosa, um presente, uma flor, um telefonema..., mas a mais forte manifestação de amor entre o casal, é o ato sexual.

Ali cada um não apenas dá presentes ao outro, nem só palavras, mas se dá ao outro fisicamente e espiritualmente.

Ora, você só pode entregar a sua intimidade profunda a alguém que o ama e que tem um compromisso de vida com você.

Qual é a diferença entre o sexo no casamento, realizado com amor e por amor, e a prostituição? É o amor.

Se você tirar o amor, o sexo se transforma em prostituição, comércio.

Já chegaram até ao absurdo de querer legalizar a "profissão" de prostituta.

Aquele que tem uma relação sexual com a prostituta está preocupado apenas com o prazer, e não tem qualquer compromisso com ela. Acabada a relação, paga e vai embora. Não importa se amanhã esta mulher está grávida, doente, ou passando fome, não lhe interessa, ele pagou pelo "serviço".

Veja, isto é sexo sem amor, sem compromisso de vida, sem uma aliança. É o desvirtuamento do sexo, a prostituição.

No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal; é uma verdadeira liturgia desse amor, cujo fruto será o filho do casal.

Na fusão dos corpos se celebra profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as lágrimas derramadas... é a festa do amor conjugal. Por isso é o ato fundante da vida.

O ato sexual vai muito além de um mero ato físico; a união dos corpos sinaliza a união dos corações e dos espíritos pelo amor.

Não deveriam se unir fisicamente aqueles casais que não tivessem os corações unidos. É por causa disto que há tanto desastre na vida sexual de certos casais; unem os corpos sem unir as almas.

Nesta "festa" do amor conjugal, o casal se une fortemente, e no ápice do seu prazer, Deus quis que o filho fosse gerado. Assim, ele não é apenas carne e sangue dos seus pais, mas amor do seu amor.

É por isso que a Igreja ensina que o ato sexual, para não ser desvirtuado, deve sempre estar aberto à geração da vida, sem que isto seja impedido por meios artificiais.

Ora, se o ato sexual gera a vida de um novo ser humano, ele precisa ser acolhido em um lar pelos seus pais. É um direito da criança que vem a este mundo.

Nem o namoro, nem o noivado oferece ainda uma família sólida e estável para o filho. Não existe ainda um compromisso " até que a morte os separe".

É por isso que o sexo não deve ser vivido no namoro e no noivado.

Ao contrário do que acontece hoje comumente, a última entrega ao outro deveria ser a do próprio corpo, só depois que os corações e as vidas estivessem unidas e compromissadas por uma "aliança" definitiva.

Se você apanhar e comer uma maçã ainda verde, ela vai fazer mal a você, e se estragará.

Se você viver a vida sexual antes do casamento, você só terá problemas e não alegrias.

O sexo é belo e puro quando vivido segundo a lei de Deus; todos nós viemos ao mundo por ele.

Se ele fosse sujo, a criança recém nascida não seria tão bela e inocente.

O que deturpa o sexo é o seu uso antes ou fora do casamento.

O livro do Gênesis assegura que ao criar todas as coisas Deus "viu que tudo era bom" (Gen. 1,25). Portanto, tudo o que Deus fez é belo, também o sexo.

O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar a faca para tirar a vida de alguém, nem por isso a faca se torna má. Não. O mal é o uso errado que se fez dela.

Da mesma forma o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso.

No plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento. São Paulo há dois mil anos já ensinava aos Coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (1 Cor 7,4).

O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, e nem que o corpo da noiva pertence ao noivo. A união sexual só tem sentido no casamento, porque só ali existe um "comprometimento" de vida conjugal, vida a dois, onde cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro para sempre. Cada um é "responsável pelo outro" até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem este "compromisso de vida" o ato sexual não tem sentido, e se torna vazio e perigoso.

As conseqüências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: mães e pais solteiros; filhos abandonados, ou criados pelos avós, ou em orfanatos. Muitos desses se tornam os "trombadinhas" e delinqüentes que cada vez mais enchem as nossas ruas, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores.

Quantos abortos são cometidos porque busca-se apenas egoisticamente o prazer do sexo, e depois elimina-se o fruto, a criança! Só no Brasil são 4 milhões por ano. Quatro milhões de crianças assassinadas pelos próprios pais!

As doenças venéreas são outro flagelo do sexo fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS.

Por causa dessa desvalorização da vida sexual, e da sua vivência de modo irresponsável e sem compromisso, assistimos hoje esse triste espetáculo de milhões de meninas adolescentes de 12 a 15 anos, grávidas.

A nossa sociedade é perversa e irresponsável. Incita o jovem a viver o sexo de maneira precoce e sem compromissos, e depois fica apavorada com a tristeza das meninas grávidas. Isto é fruto da destruição da família, do chamado "amor livre", e do comércio vergonhoso que se faz do sexo através da televisão, dos filmes eróticos, das revistas pornográficas e, agora, até através do telefone e da internet.

Como não acontecer que milhões de jovens - quase meninas - fiquem grávidas?

Quando se põe fogo na palha seca, é claro que ela queima ...

E o que serão dessas crianças criadas por essas meninas, sem o pai ao lado, sem uma família que a acolha amanhã?

Muitos jovens viciados no "crack" e nas drogas, assaltantes e ladrões, estão nesta vida porque faltaram-lhes os pais, faltou uma família.

Veja jovem, quanta tristeza causa o sexo fora e antes do casamento.

Quantos lares foram também destruídos por causa dos adultérios!

Quantos filhos abandonados e carentes porque os pais viveram aventuras sexuais fora do casamento e se separaram!

Não há hoje como negar que o triste espetáculo dos jovens carentes, abandonados, drogados, metidos na violência, no álcool e no crime, é fruto da destruição familiar, que acontece porque viveu-se o sexo fora do casamento.

Quantos rapazes engravidaram a namorada, e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes são obrigados a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais ... sem poderem constituir uma família como convém.

Se você quiser formar uma família bem constituída, que lhe dê alegria e realização, então, "não passe o carro na frente dos bois".

A sua futura família começa a ser bem edificada no seu namoro, não vivendo nele a vida sexual para não estragar os seus alicerces.

É preciso dizer aqui que a parte que mais sofre com a vida sexual fora de lugar, é a mulher.

A jovem, na sua psicologia feminina, não esquece os menores detalhes da sua vida amorosa. Ela guarda a data do primeiro encontro, o primeiro presente, etc...; será que ela vai esquecer a primeira relação sexual?

É claro que não!

Esta primeira relação deve acontecer num ambiente preparado, na lua de mel, onde a segurança do casamento a sustenta.

A vida sexual de um casal não pode ser começada de qualquer jeito, às vezes dentro de um carro numa rua escura, ou mesmo num motel, que é um antro de prostituição.

Além do mais, quando o namoro termina, as marcas que o sexo deixou ficam no corpo da mulher para sempre. Para o rapaz tudo é mais fácil.

Então, como é que você quer exigir da sua namorada o seu corpo, se você não têm um compromisso de vida assumido com ela, para sempre.

Não é justo e nem lícito exigir o corpo de uma mulher antes de colocar uma aliança --prova de amor e de fidelidade - na sua mão esquerda.

O namoro é o tempo de conhecer o coração do outro, e não o seu corpo; é o momento de explorar a sua alma, e não o seu físico.

Para tudo tem a hora certa, onde as coisas acontecem com equilíbrio e com as bênçãos de Deus.

Espere a hora do casamento, e então você poderá viver a vida sexual por muitos anos e com a consciência em paz, certo de que você não vai complicar a sua vida, a da sua namorada, e nem mesmo a da criança inocente.

A melhor proposta para o namoro é uma vida de castidade, que é a melhor preparação para o casamento.

Sem dúvida, um casal de namorados que souber aguardar a hora do casamento para viver a vida sexual, é um casal que exercitou o autocontrole das paixões e saberá ser fiel um ao outro na vida conjugal.

Também os noivos não estão aptos ainda para a vida sexual. O Catecismo da Igreja diz que:

"Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus" (§ 2350).

E ensina que a vida sexual é legítima e adequada aos esposos.

"Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, testemunham e desenvolvem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido". (CIC, 2362; GS, 49).

Caro jovem, eu sei que esta proposta não é fácil, pois eu também passei por ela na minha juventude; mas eu quero dizer-lhe que é muito bela.

Eu sei que o mundo lhe diz exatamente o contrário, pois ele não quer "entrar pela porta estreita" (Mt 7,14), mas que conduz à vida.

Peço que você faça esta experiência: veja quais são as famílias bem constituídas, veja quais são os casamentos que estão estáveis, e verifique sob que bases eles foram construídos. Você verá que nasceram de casais de namorados que se respeitaram e não brincaram com a vida do outro.

Prof. Felipe Aquino
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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Série Namoro Santo: Oração antes do namoro



Senhor, estou diante de um templo onde Vós habitais. 
Amo-Vos presente neste templo e prefiro morrer a profanar este santuário mesmo por pensamento. Fazei que com este namoro eu aprenda a amar a Vós presente no outro, e assim descubra se foi este (esta) quem escolhestes para estar a meu lado por toda a vida. 
São Rafael Arcanjo, que conduzistes Tobias e Sara e lhes ensinastes a pureza do coração, fazei que na obediência aos mandamentos, possamos glorificar a Deus para sempre. 
Amém.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Série Namoro Cristão: Dez princípios do namoro cristão



No início o Prof. Felipe fala de relacionamentos virtuais, mas com o decorrer do vídeo ele dá conselhos interessantes sobre namoro. Vale a pena assistir até o final!
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Série Namoro Santo: Namoro Santo é possível?




O namoro Santo é um SIM ao verdadeiro amor de Deus. Namoro Santo é a proposta de Deus para seus filhos, num tempo, onde os valores humanos têm sido cada vez mais desprezados. Hoje, pouco se fala sobre o verdadeiro amor, ele vem em segundo plano, é sufocado pelos prazeres da carne. O “ficar” virou moda! A mídia reforça a idéia do ficar, hoje ficar é moda, é ser moderno, é ser experiente, é ser o melhor, que fica mais é o melhor da noite, aquele que fica com todas é o bom, aquela que fica com vários é a mais esperta, mas o que esquecem de pensar e no tesouro que estão deixando cair pelo caminho, meus pais não sabem o que é ficar, pois isso é algo atual, e já tomou tal proporção que é natural. Agora reflita: há compromisso e dedicação quando “ficamos”? Não. Há amor verdadeiro? Também não, no máximo atração, paixão, ou apenas prazer de ficar por ficar!

É só para satisfazer um desejo da carne. E qual o problema nisso?

Nosso Deus é um Deus que se agrada de compromissos. E se você não consegue fazer isso com quem está ao seu alcance, imagine com Ele.

As conseqüências dessa falta de compromisso. A família é um projeto do coração de Deus, e o diabo quer destruí-la. Logo, namoro sem compromisso leva a casamentos desfeitos e relacionamentos também sem compromisso. Adolescente que fica hoje, não vai querer casar amanhã, só 'morar junto' - livre de compromisso perante a lei e perante Deus. Esse é o plano de Satanás.

Ficar é só para satisfazer a um desejo momentâneo, e 'os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.' (Gálatas 5:24)

Tenho compromisso. E agora?

Talvez você não esteja 'ficando', mas decidiu namorar alguém. E esta é a palavra: decisão. Amar alguém também faz parte de uma decisão. Ben Wong, disse que para um casamento ser duradouro é preciso que o casal tenha em mente que decidiu amar àquela outra pessoa pelo resto de sua vida. Se você decidiu assim, não vai dar lugar para os famosos pensamentos do tipo 'o amor entre nós acabou'. E é claro, vai fazer de tudo para cultivar esse amor com gestos e atitudes.

No namoro, a decisão não é menos importante. Principalmente se você tiver em mente 'o que é o namoro'. Esse tempo de compromisso e dedicação é, na verdade, um privilégio. É o tempo que temos para conhecer a outra pessoa. Já se foi (ainda bem!) aquela época em que os pais escolhiam os cônjuges de seus filhos de acordo com seus interesses financeiros, sem que o casal ao menos se conhecesse. Agora, a decisão é de cada um. Mas se você decide namorar, é porque decide 'conhecer' alguém, e com um objetivo.

Conhecer alguém significa saber de seus defeitos e qualidades. Saber o que o deixa feliz e o que o entristece. Saber seus gostos e preferências. Saber qual sua personalidade e saber se é bom ou mau caráter. Saber o que está por trás da 'casca' que, aparentemente, agradou! Será que a fruta é boa mesmo? Depois disso vem o noivado. É uma segunda etapa do namoro. É a época de fazer planos, sonhar mais alto, projetar um casamento, a construção de uma nova família. E então, finalmente vem o casamento: o objetivo final do namoro. A consumação de um relacionamento de amor. Uma decisão, e das mais importantes.

Pratique o namoro santo!

Doze características de um relacionamento que tem, como prioridade, a busca de santidade e da vontade do Senhor:

1º - Antes de namorar, sejam amigos. A amizade é fundamental para um relacionamento dar certo. Permaneçam 'só amigos' o máximo de tempo possível!

2º - Busquem orientação de Deus antes e durante o namoro. Se vocês não têm vergonha de beijar um ao outro, então porque ter vergonha de orar juntos?

3º - Estabeleçam alvos conjuntos. Façam do namoro o primeiro passo para um casamento. Nem sempre o namoro vai acabar num altar, mas esse deve ser o objetivo principal. Só comece a namorar com essa intenção, nunca para se divertir ou como passatempo.

4º - Não façam do namoro ou um do outro prioridade. Enquanto vocês não são casados continuam debaixo do cuidado dos pais, autoridades colocadas por Deus sobre suas vidas. A suas famílias devem ser prioritárias. A aprovação deles em tudo o que fizerem é imprescindível. Lembrem-se do mandamento: 'Honra a teu pai e tua mãe...' e Deus lhes mostrará que é fiel!

5º - Não se isolem. Muita gente, após um namoro desfeito, descobre que não tem mais amigos. Eles foram sumindo aos poucos, enquanto o namoro era autocentralizado.

6º - Não se sintam 'dono do outro'. O namoro é apenas uma fase de conhecimento do parceiro (a), não significa que você tem posse sobre ele (a). Não se impeçam de, as vezes, saírem sozinhos (a) ou com a turma;

7º - Não dêem lugar ao diabo (Efésios 4:27). Não fiquem sozinhos em casa, não namorem no escuro. Não façam aquilo que virá a despertar desejos mais íntimos ou sexuais. Só façam um com o outro aquilo que não teriam vergonha de fazer na frente dos outros.

8º - Aproveitem esse tempo para conversar e abrir seus corações. Mas se vocês não são adeptos da corte (ver artigo 'Namoro ou corte'), pelo menos coloquem beijos e abraços em segundo plano e sempre com moderação.

9º - Aprendam a demonstrar carinho com respeito. Palavras doces, pequenas surpresas e programas agradáveis a sós podem revelar seu amor pelo outro sem que suas convicções se choquem.

10º - Busquem o máximo de intimidade visando o conhecimento mútuo sem que seja necessário defraudação do corpo do outro. Intimidade também significa familiaridade. Duas pessoas íntimas se dedicam particular afeição.

11º - Façam com que a paz de Deus seja o árbitro. Namoro turbulento e cheio de neuroses não esta com nada.

12º - Não dêem ouvidos para que os outros falam, ou o que a sociedade vem impondo sobre namoros 'modernos'. Lembrem-se que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele. Não se acomodem, não se conformem com o que está errado. Sejam firmes. E sejam felizes!


"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12,2)


Desejo a todos os casais de namorados neste dia, muita felicidade, muito amor e respeito!


Prato do dia:
Livro: Sereis uma só Carne – Prof. Felipe Aquino
Livro: Namoro – Prof. Felipe Aquino


Ao som de:
Eliana Ribeiro – Você e Eu
Márcio Todeschini – Vou te Amar
Diego Fernandes – Um Amor de Verdade


Dica de filme: "Um amor para Recordar"

"JESUS EU CONFIO EM VÓS!"
Deus nos Abençoe!

Seu amigo irmão Luiz Alfredo

Fonte: Blog Evangelização e Fé
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Série Namoro Santo: O que é o namoro?



Existem jovens que pensam: “Se ela não aceitar, não me ama”. Sendo um sentimento, o enamoramento pode ser destruído facilmente pelas experiências negativas. O verdadeiro amor cresce, mesmo em meio a experiências difíceis.

Para viver a pureza (castidade), mantenha-se ocupado (a) com esportes e com as atividades de grupo.

Alguns jovens veem a sexualidade como uma atividade de ócio prazerosa, por isso existe menos densidade no enamoramento, menos pretensão de eternidade. A experiência do enamoramento é a mais plena das experiências, não é eletiva, é surpreendente. Eu me surpreendo enamorado.

Se você e sua namorada ou namorado não puderem chegar a um acordo sobre esse tema, então talvez fosse melhor procurar outra pessoa que pense igual a você. Dizer “não” pode ser a melhor maneira de dizer “eu te amo de verdade”. A castidade não significa rejeição nem menosprezo ao amor. Significa defender o amor do egoísmo.

Repito: a castidade é totalmente essencial à felicidade do jovem. A masturbação e a pornografia fazem com que o homem procure o prazer ao ritmo de seu sexo. Gera prazer, sim, mas não treina para ser feliz. Não treina para amar.

As pessoas precisam crescer no aspecto da paciência. Esse é um déficit muito comum na sociedade moderna, que incentiva a gratificação instantânea desde a infância. Para reforçar a virtude da paciência, a pessoa não deve ser impaciente, porque sendo assim enfraquece a virtude e fortalece o defeito. Vale a pena desenvolver os bons costumes e esperar!
Fonte desconhecida
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sábado, 2 de junho de 2012

Série Namoro Santo: Um namoro diferente leva à santidade

Neste mês de junho  faremos uma breve reflexão sobre namoro santo. Num mundo cada vez mais carente de exemplos que propaguem a castidade e a possibilidade de verdadeiramente viver em santidade, buscamos resgatar os valores tão divulgados pela Igreja e tão solicitados pelo próprio Deus. É possível viver um namoro em castidade, em santidade? Certamente não é fácil!  Mas certamente é possível!
Você tem rezado com o seu esposo, esposa? Com o seu namorado, namorada? 
O exemplo a seguir, nos revela o segredo de um relacionamento direcionado a santidade: A oração.
Vejamos...


O casal brasileiro: Servos de Deus Zélia e Jerônimo

Por Maria Emília Marega

Roma, quarta-feira 02 de maio de 2012 (ZENIT.org) - A experiência da vida matrimonial dos Servos de Deus Zélia e Jerônimo, casal brasileiro do século 19, mostra que é possível ser santo na vida cotidiana correspondendo à vocação ao qual foi chamado.

Jerônimo de Castro Abreu Magalhães nasceu em Magé e Zélia Pedreira Abreu Magalhãesem Niterói. Casaram-se em 27 de julho de 1876, na Chácara da Cachoeira, bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro.

Ele engenheiro civil e ela uma jovem letrada, com primorosa formação artística, literária e científica, de modo que aos 14 anos traduziu do italiano para o português, a obra de Cesare Cantu "Il Giovinetto".

O desejo de Jerônimo e Zélia sempre foi o de agradar a Deus desde o período em que se conheceram, quando na troca de olhar já ficou claro que o namoro deles seria um namoro diferente, declarou Dom Roberto Lopes, vigário episcopal para a Vida Consagrada e responsável pelos processos de candidatos à causa dos santos da Arquidiocese do Rio; conforme nota da Portalum.

"Zélia e Jerônimo eram muito apaixonados. A vida de oração foi crescendo dentro do coração do casal. Eles educaram seus filhos para Deus, e a Eucaristia era algo que procuravam dar de presente para o povo de Deus que o cercava", destacou.

Desse casamento nasceram 13 filhos, quatro falecidos em tenra idade, os demais (três homens e seis mulheres) abraçaram diferentes ordens religiosas, dentre eles o frei franciscano José Pedreira de Castro, professor de ciências bíblicas que fundou em 1956 um Centro Bíblico e o curso de Sagrada Escritura por correspondência.

Na fazenda onde eles moravam havia uma capela, onde inúmeras vezes ao dia o casal era visto rezando, assim como também seus escravos, que iniciavam o trabalho do dia sempre com oração conduzida por Jerônimo e Zélia no pátio da fazenda.

A pesquisa histórica sobre Jerônimo de Castro Abreu Magalhães e sua esposa Zélia está sendo feita por uma comissão arquidiocesana, instalada no dia 23 de dezembro pelo arcebispo Dom Orani João Tempesta.

Da década de 30 até a década de 60, a vida de Zélia foi bastante conhecida. Sua biografia chegou à sexta edição e foi traduzida em iugoslavo, alemão, francês, espanhol, em italiano, e em português de Portugal.

Atualmente, existem no Brasil em torno de cinquenta causas de beatificação, das quais 25 figura como postulador o Dr. Paolo Vilotta, responsável também pela causa dos Servos de Deus Zélia e Jerônimo.

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