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domingo, 7 de outubro de 2012

Está chegando o Ano da Fé


 Redação A12


Com o Ano da Fé, o papa Bento XVI não pede à Igreja “uma mera mudança exterior, mas uma mudança interior e profunda, que comece com a conversão de cada um (conversio ad Deum) e se traduza na santidade e no testemunho apostólico”.

[...]

“Somente em Deus a Criação adquire consistência e realismo” – recorda o jornal da Santa Sé, para quem a “recuperação do teocentrismo, também na Igreja, é a nova proposta de Bento XVI”.

Como orientação aos fiéis, Bento XVI aconselha os documentos do Concílio Vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica, que resumem a essência da fé cristã.

O jornal vaticano ressalta que o papa “nos convida a responder a uma verdadeira emergência educativa, de vida espiritual, moral e litúrgica”. E recorda que desde a sua eleição, Bento XVI pede que a “Igreja se coloque em caminho para conduzir os homens fora do deserto, rumo ao local da vida, rumo à amizade com o Filho de Deus, rumo àquele que nos doa a vida, em toda a sua plenitude”.

Uma nota da Congregação para a Doutrina da Fé, publicada no início deste ano, explica que “o Ano da Fé será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo”.

O início do Ano da Fé, 11 de outubro 2012, coincide com dois grandes eventos que marcaram a face da Igreja nos nossos dias: o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo Beato João Paulo II.



Foto: Divulgação
Com informações: radiovaticana.org

Para ler a Carta Apostólica  - Porta Fidei - com a qual se proclama o Ano da Fé, clique aqui!
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segunda-feira, 30 de julho de 2012

II Formação para Catequistas a nível paroquial sobre o CIC



No domingo, 29.07 catequistas da nossa Paróquia e da Comunidade São João Batista (Paróquia São Gonçalo dos Campos) reuniram-se na Comunidade Nossa Senhora da Conceição para mais um encontro de formação.

Prosseguindo com o tema escolhido para este ano: O Catecismo da Igreja Católica, tivemos o nosso segundo encontro que abordou “A vida em Cristo”. Para nos assessorar contamos a presença de Márcio Macico, da Paróquia Santíssima Trindade.

Com dinamismo e propriedade Márcio nos revelou a importância do CIC e como a vida em Cristo ajuda na consolidação de uma conduta realmente evangelizadora.  “Foi de fato maravilhoso!” revelaram alguns catequistas.

Contamos com a presença do nosso pároco, José Carlos que ficou feliz em ver tantos catequistas com sede de saber para evangelizar.

Após o almoço os catequistas partilharam dinâmicas e músicas que podem ser utilizadas na Catequese. Márcio orientou um trabalho em  grupo e pode-se perceber  a importância de ter o Catecismo, de estudá-lo.


Na ocasião, os catequistas aproveitaram para realizar o cadastro promovido pela CNBB. Quem ainda não se cadastrou é só clicar aqui!

A empolgação do grupo foi tanta, que nosso assessor foi convidado a estar conosco na terceira formação do ano. Esta acontecerá dia 30.09, na comunidade Nossa Senhora das Graças. Aguardamos ansiosos!!!

Mais fotos aqui!
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Supervalorização de objetos religiosos


Nesta questão, supervalorizar não é positivo, é negativo, o certo seria dizer: desvalorizar.


            O uso inadequado, incorreto ou “mágico” de medalhas e outras coisas, abençoadas, longe de dar proveito espiritual ao usuário, reforça sua ignorância na vivência da fé e nas relações de amor a Deus. Desvaloriza a motivação religiosa doutrinária exigida pra um uso verdadeiramente cristão. Freia o que progresso na fé. É supervalorização negativa atribuir um valor exagerado a objetos e coisas imaginando defender-se de má-sorte, de malefícios ou para acreditarem em amuletos, talismãs, feitiços, mandingas e correlatos. Além de superstição, há nisso uma espécie de idolatria, ou seja, vê poder divino em coisas fabricadas pelo homem.
            Na visão religiosa cristã, a fé nunca pode ser cega, irracional e alienada. É alienação entregar seu destino e opções pessoais a objetos, práticas e símbolos religiosos como se tivessem por si poderes divinos. Pior ainda é valer-se de tarôs, búzios, horóscopos, crendices, etc.
            Está em moda difundir o fenômeno religioso em forma de mercadoria e oferecer soluções mágicas para os problemas e angústias humanas! Ao contrário, a fé cristã ilumina a consciência da responsabilidade pessoal perante todas as situações da vida. A Criação divina nos marcou com o dom da liberdade e nos fez superiores às forças naturais. O livre-arbítrio é privilégio de cada indivíduo responsável. Não somos prisioneiros de nenhum destino. Não estamos sujeitos a supostos “espíritos” ou sob o poder magnético, energético, místico de ninguém nem de nada, seja magia, fetichismo, ritualismo, fatalismo, força cósmico, aura etc.
            É preciso libertar-se das formas mágicas de relacionar-se com a realidade, o mundo, a cultura religiosa popular. Resistir ao modismo e ao culto às aparências que seduzem os jovens no convívio social: tatuagens, modas grifes e afastamentos da Igreja.
            A publicidade campeia pesada e entra em área religiosa também. A simbologia religiosa de objetos é cultura universal. Reflete a tendência profunda do ser humano em busca do transcendente. Mas superstições e interesses de traços culturais e comportamentais alienantes. Desvirtuam os valores do Evangelho buscando em objetos religiosos proteção e defesa contra perseguições e males (físicos e morais). A espiritualidade é estéril se lhe falta o senso de pertença à Igreja, se desvincula da fé e vida concreta, se coloca mais devoção em símbolos dos santos e dos anjos protetores do que confiança no ensino do Evangelho.
            De fato, os objetos religiosos abençoados não são necessários para nos ligarmos a Deus. São secundários. Podem ajudar, se usados com respeito e boa formação cristã. Esse é um amadurecimento exigido como questão de fé!


 Pe. Antônio Clayton Sant’Anna, C.Ss.R.
Artigo publicado na Revista de Aparecida,  ano 11, nº 123, junho de 2012.

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Corpus Christi


O texto a seguir foi publicado em 2009 por Everth Queiroz Oliveira  do blog Ecclesia Una . Apreciem-no e reflitam!

A Solenidade do Corpo e Sangue do Nosso Senhor, Corpus Christi, celebrada no dia de hoje, nos remete a eterna idéia sacrificial da Santa Missa, cuja estrutura está muito bem argumentada na Encíclica do Papa João Paulo II, “Ecclesia de Eucharistia”. A instituição da Eucaristia foi bem narrada hoje por São Marcos. Relembramos, ao comemorarmos o Corpo e Sangue de Cristo, a memória de sua Paixão e Ressurreição. É ainda nesse contexto que contemplamos a inefável presença de Jesus na Eucaristia.
Todos os dias na Santa Missa, na Oração Eucarística, celebramos aquelas palavras de Jesus Cristo: “TOMAI E COMEI: ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”. E ainda: “TOMAI E BEBEI: ESTE É O MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA A REMISSÃO DOS PECADOS; FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM!” Nessas duas frases estão resumidos os tons sacrificiais e ao mesmo tempo misteriosos da Eucaristia.
O mistério é “o Pão vivo descido do céu”, Jesus Cristo. O sacrifício é o sangue derramado por nós, simbolizado pelo vinho. Nessas duas espécies, pão e vinho, estão contidos, respectivamente, Corpo e Sangue do Nosso Senhor Jesus Cristo. De fato, Ele não disse “Isso representa meu Corpo e isso simboliza meu Sangue”; Ele, ao contrário, pronunciou: “Isto É o meu Corpo; isto É o meu sangue”. Os católicos crêem que são não mais pão e vinho, mas corpo e sangue, propriamente ditos.
Mas muitos ainda duvidam que ali na Eucaristia Jesus se faz presente. Engraçado… Quando falam que a matéria é constituída de não sei quantos átomos, todo mundo acredita, balança a cabeça, não fala um “a”. Mas quando está relacionado à Igreja, à religião, então temos que duvidar, temos que questionar. E aí, por meio desse questionamento, as pessoas chegam a cometer ultrajes, sacrilégios e desacatos ao Santíssimo Sacramento de Jesus no altar. É absurdo; é humilhante; é degradante.
Ao mesmo tempo, é absurdo ver pessoas da Nossa própria Igreja chamando a Santa Missa ou a Instituição da Eucaristia de “festa”, ou até mesmo “banquete entre amigos”, sendo que o Concílio de Trento determina:
950. Cân. 3. Se alguém disser que o sacrifício da Missa é somente de louvor e ação de graças (…) – seja excomungado.
Além disso, que triste ver pessoas negando que a Missa é o Sacrifício de Cristo, quando a Igreja é clara quanto a isso:
“As palavras do apóstolo Paulo recordam-nos as circunstâncias dramáticas em que nasceu a Eucaristia. Esta tem indelevelmente inscrito nela o evento da paixão e morte do Senhor. Não é só a sua evocação, mas presença sacramental. É o sacrifício da cruz que se perpetua através dos séculos” (Ecclesia de Eucharistia, 11).
Ora essa, na Santa Comunhão, Jesus se oferece em expiação pelos nossos pecados e dá o seu corpo e o seu sangue para que possamos ter a vida eterna! Isso, por acaso, não é sacrifício? É claro que O é. E mais: a Eucaristia é um Sacrifício que exige de quem participa do banquete uma pureza digna da Sagrada Comunhão. Jesus, que é Santo, não pode habitar num Corpo que esteja em pecado mortal. Quantas vezes nós, teimosamente, desobedecemos o que nos manda a Igreja e a própria Bíblia (“todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor” – 1 Cor 11,27) e comungamos em pecado mortal.

Não me lembro a que santa Jesus o revelou, mas disse certa vez que, quando entra no corpo de uma pessoa que está em pecado mortal, sofre todo o calvário novamente. Isso é muito triste! Devemos nos examinar antes de participarmos do banquete do Cordeiro de Deus.
Celebrar dignamente os mistérios da Redenção de Jesus Cristo, nosso Senhor, significa seguir devidamente o que manda o Magistério da Igreja e examinar-se antes de receber a Sagrada Comunhão, que é o próprio Corpo de Cristo –Corpus Christi. Não podemos nunca nos esquecer da responsabilidade que a Santa Eucaristia pede a nós em termos de moral e fé. Que o amor de Deus, descido do céu sobre nós através da imolação do Cordeiro da Nova Aliança, Jesus, complemente nossas vidas e nossa consciência. Que a Virgem Maria, “Mãe Eucarística”, nos ajude a caminhar ao encontro da luz de Cristo, aquela que apaga todos os nossos pecados.
Graça e paz.
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sábado, 5 de novembro de 2011

O Rosário é bíblico?


A intenção do texto não é esgotar a teologia em torno do Rosário, mas apenas demonstrar superficialmente que não existe oposição entre esta devoção e a Palavra de Deus, como julgam alguns hereges.
Vários protestantes têm uma grande pulga atrás da orelha com o rosário. “Como é antibíblico!”, dizem eles. Pois bem, é hora de analisar o Rosário e ver o que a Bíblia tem a dizer sobre este assunto.
O Rosário é uma coleção de orações individuais:
1 – O Credo
2 – O Pai-Nosso
3 – A Ave-Maria
4 – Glória
5 – Salve Regina
1. O Credo Apostólico
“Creio em Deus-Pai, todo-poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pela Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia. Subiu aos céus e está sentado à direita de Deus-Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.”
Este é um dos credos mais antigos que se conhece. Foi inicialmente usando pelos cristãos de Roma. Não há nada antibíblico nele. A única coisa que alguém poderia objetar seria a expressão “creio…na Santa Igreja Católica”. Bem, a primeira pessoa a utilizar a expressão “Católica” (palavra grega para “geral, universal”) foi Santo Inácio de Antioquia em sua carta aos Esmirnenses. Ele morreu em 107 A.D., o que nos faz tirar a lógica conclusão que tal designação para a igreja já era utilizada desde antes. Ele utilizou este termo para diferenciar a Igreja fundada por Cristo e pelos apóstolos das outras igrejas e filosofias heréticas que estavam aparecendo.
2. O Pai-Nosso
Bem, nada de antibíblico aqui. Sem comentários mais.
3. A Ave-Maria
“Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre, Jesus. Santa Maria, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém”.
Isto coloca um bom problema aos protestantes. Porquê? Veja o que a Bíblia diz sobre isso (versão KJV):
“E o anjo veio sobre ela, e disse, Ave, tu que és grandemente favorecida, o Senhor está contigo. Bem-aventurada és tu entre as mulheres”. (Lc 1,28)
São Jerônimo, um dos primeiros Pais da Igreja, traduziu a Bíblia grega para o latim, e a melhor forma de traduzir para o latim a forma “grandemente favorecida” foi “gratia plena”, que significa “cheia de graça”. Isto denota muito bem o estado de Maria, “cheia de graça”, sem pecado.
Desta forma, a primeira parte da Ave-Maria não deixa problema algum. E quanto à segunda parte?
Santa Maria? É esperado que, sendo Maria a mãe do “Santo dos Santos”, ela seja também uma pessoa santa. Isto não pode ser problema para os protestantes, que acreditam que todos os cristãos são santos, de uma forma ou de outra, no mínimo.
Mãe de Deus? Maria é a mãe de Jesus, certo? Jesus era uma pessoa divina com uma natureza divina e humana. Maria “assim como fazem todas as mães” deu a luz à pessoa, não à natureza. E a qual pessoa ela deu à luz? Uma pessoa divina. Logo, Maria é a mãe de Deus.
Rogai por nós, pecadores? Pedimos que Maria ore por nós. Mas ela não está morta? Não de acordo com a Bíblia (Mc 12,26-27; Mt 27,52-53).
Nós devemos orar pelos outros, diz Tiago (Tg 5,16). Ora, mas Jesus não é o único mediador? Sim, assim como Ele é o único rei, o único Senhor, o único sacerdote, etc…E enquanto partilharmos deste seu sacerdócio e reinado, também partilhamos desta única mediação.
Agora e na hora de nossa morte? Oh-oh!, como Maria sabe quando morreremos? Bem, ela possui a visão beatífica (1 Cor 13:12; 2 Pd 1:4), e além do mais, não existe época no paraíso, somente eternidade e, portanto, nem Maria ou os anjos estão sob o limite do tempo e por isso podem ouvir todas as nossas orações.
4. Glória
“Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre. Amem”.
Pequena e linda oração. Ninguém reclame dela.
5. Salve Regina (Salve Rainha)
“Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa. Salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva. A vós, suspirando, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Ei-a pois, advogada nossa, esses vossos olhos misteriosos a nós volvei. E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus. Bendito é o fruto do teu ventre. Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre virgem Maria. Rogai por nós, santa mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo”.
É bem complicado, vamos com calma.
Rainha? Considere que Jesus, Rei dos Reis, nunca foi casado. Se um rei não possui esposa, quem, portanto, é a rainha? Sua mãe! E isto se aplica aqui.
Vida, doçura e esperança? Isto diz respeito à mediação de Maria, assunto que não abordaremos neste texto pela sua natureza mais profunda. Chamamos Maria desta forma porque ela é a causa, estritamente na forma subordinada “claro”, da nossa salvação, vida, doçura e esperança (que é Jesus).
Vossos olhos misericordiosos? Maria, como imaculada, tem misericórdia de seus filhos. Lembrando que todos somos seus filhos. Ela é nossa mãe, porque somos parte do corpo de Jesus, nascido de Maria.
Clemente, piedosa, doce? Quem nega que a mãe de Jesus é clemente? Ou piedosa? Ou doce? Minha mãe (carnal) é! Quanto mais com um filho como Jesus, o filho de Deus!
Como vimos, são várias orações. Claro, existem entre nós questões sobre o rosário, como apontam alguns quando dizem que Jesus nos recomendou não rezar em “vãs repetições” como fazem os gentios (Mt 6,7).
Mas notem todos que Jesus não condena as repetições, somente as que são “vãs”. Se nós condenamos católicos bêbados, não estamos condenando todos os católicos que bebem e nem significa que todos os católicos “são” bêbados. Isto somente significa que aqueles católicos que “estavam” bêbados são condenados. Aqui é a mesma coisa. Jesus disse para não rezarmos as repetições “que são vãs”, ou sejam, de nada adiantariam. E porque o rosário não é incluído nestas “vãs repetições”? Porque nele nós meditamos os mistérios da vida, morte e ressurreição de Cristo, e isto nunca será “vão”. A Ave-Maria somente é a base para todos estes mistérios. Nunca se acreditou que se consegue alguma coisa com uma certa quantidade de orações. O Rosário bem recitado é aquele bem meditado, com concentração. Onde as palavras não são somente balbuciadas, mas rezadas com fé.
Então, da próxima vez que alguém se dizer um cristão, pergunte como honra a Maria. Se disser “não, obrigado, não sou idólatra, somente honro a Jesus”, pergunte então porque a Bíblia nos pede para honrarmos os santos (1 Pd 1,6-7), e porque Maria é tão “grandemente favorecida”.
“Doravante, todas as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc 1,48).
Traduzido para o Veritatis Splendor por Rondinelly Ribeiro Rosa.

Fonte: Veritatis Splendor
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