Blog da comunidade dos fiéis da Paróquia N. S. P. Socorro, do Tomba, o qual pretende ser uma via de comunicação para os paroquianos e amigos.
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domingo, 9 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
Compromissos no mês da Bíblia
Coordenadores e demais membros das diversas pastorais, grupos ou movimentos da nossa paróquia: Vejam alguns compromissos para este mês de Setembro, mês dedicado a Bíblia:
Dia 02/09- Abertura do mês da Bíblia ( Missa pela manhã - 07h00min);
Dia 09/09- Reunião de Formação com todos os grupos que assumem a liturgia das 9h00min às 9h30min;
Dia 16/09- Momento de explanação acerca do evangelho de São Marcos das 9h00min às 11h30min.
Para obterem maiores informações procurem Jaci, coordenadora da Pastoral da Liturgia.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
A equipe da Pastoral da Saúde passo a passo
A Igreja é especialista em
humanidade e revela grande empenho, dedicação, recursos e esforços pelo mundo
da saúde, com especial enfoque à prevenção, educação e promoção da saúde,
cumprindo o mandato de Jesus “para que todos tenham vida e a tenham em abundância. Construir a
Equipe da Pastoral da Saúde é uma das metas da Campanha da Fraternidade 2012, a
fim de “que a saúde se difunda sobre a terra”. (cf. Eclo 38,8).
A Pastoral da Saúde em sua organização
é constituída na Paróquia, em sintonia com a Equipe Diocesana, está à Equipe
Nacional, a Equipe Nacional à Coordenação Latino-Americana, e, por último o Conselho Pontifício para a Pastoral da
Saúde. Para construir a Equipe da Pastoral da Saúde, podemos seguir alguns
passos e critérios:
1 Ter presente os objetivos e
definições da Pastoral da Saúde;
2 Convidar de três a cinco
pessoas que tenham o perfil (qualidades e qualificação profissional compatíveis
com a missão);
3
Reunir-se para construir um diagnostico (uma visão
objetiva) da realidade da qualidade da vida e da saúde de sua Paróquia e as
possíveis causas;
4 Traçar metas e ações
concretas a curto, médio e longo prazo para transformar esta realidade;
5 Envolver e mobilizar a Comunidade, em todos os seus
segmentos, para alcançar os objetivos;
6 estabelecer datas para encontros
da Equipe com seu Pároco;
7 Ter em mãos subsídios que
possam ajudar a criar um horizonte e uma plataforma de embasamento, por
exemplo: Guia do Agente de Pastoral da Saúde no Brasil; A Pastoral da Saúde e o
Controle Social no SUS do Brasil.
Boletim
mensal ICAPS – Instituto Camiliano de Pastoral da Saúde e Bioética: icaps@camilianos.org.b
Discípulos
Missionários no Mundo da Saúde. Guia para a Pastoral da Saúde na América Latina
e no Caribe – CELAN.
“Que
Maria, Saúde dos Enfermos, nos ajude a testemunhar no mundo a ternura de Deus e
a proclamar com coragem o Evangelho da Vida.” (cf. Discípulos Missionários no
Mundo da Saúde. p . 116)
Ir. Marisa Inêz Mosena
marisainez@yahoo.com.br
Este
texto foi retirado de uma publicação da Arquidiocese de Feira de Santana:
Pastoral da Saúde. Ano VI – Nº09
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
Dimensões da Pastoral da Saúde
Durante
muito tempo a ação pastoral da Igreja no Brasil, no mundo da saúde, era
totalmente voltada para os enfermos e sua doença, isto é, apenas visitava
enfermos de forma solidária e ministrava sacramentos. Não existia uma
preocupação no aspecto de ter uma ação para promover a saúde, nem de lutar
publicamente para se ter medidas políticas e sociais para melhorar o
atendimento aos doentes, ou seja, não existia, por parte da Igreja, uma
preocupação com a saúde pública em termos político-sociais, mas apenas no
aspecto solidário, por ações caritativas. Acentuava-se o aspecto solidário de
visitar o doente e nada mais. Essa pastoral ficou conhecida como Pastoral dos
Enfermos.
Hoje a ação pastoral no mundo da
saúde não pode ficar apenas restrita ao aspecto solidário da visita aos enfermos.
Expande-se para os aspectos de prevenção e de lutas por políticas públicas,
capazes de construir um sistema público de saúde que atenda o povo brasileiro
com dignidade. Por isso a Pastoral da Saúde abrange três dimensões: Dimensão
Comunitária, Dimensão Solidária e Dimensão Política-Institucional.
a)
Dimensão Comunitária:
Objetivo:
Favorecer a promoção e a educação em saúde com ênfase na saúde pública e no
saneamento básico, agindo de maneira preferencial no campo da prevenção das
enfermidades e da promoção de estilos de vida saudáveis”. Nessa dimensão,
organizaram-se encontros com profissionais de saúde, promovem-se campanhas
preventivas (como contra a dengue). Formam-se líderes comunitários para atuarem
nos Conselhos de Saúde em defesa dos interesses coletivos e na divulgação de
informações e conhecimentos importantes para toda a comunidade. Nessa dimensão
comunitária, também se valorizam o conhecimento, a religiosidade e a sabedoria
popular em relação à saúde. (Medicina Caseira)
b)
Dimensão Solidária:
Objetivo:
“Ser presença de Jesus, Bom Samaritano, ao lado dos doentes e dos que sofrem no
ambiente familiar, nas comunidades e nas instituições da saúde”. Nessa dimensão,
a Pastoral da Saúde coloca-se ao lado
dos necessitados, a exemplo do Bom Samaritano (Lc 10,25-37), a fim de promover
mais dignidade no viver, mesmo na dor e no sofrimento. Com isso, defende os
direitos dos enfermos a um tratamento mais humano e responsável. Na solidariedade,
a Igreja faz-se presente por meio do agente de pastoral, que vai ao encontro do
outro ferido e faz o possível para confortá-lo no seu sofrimento e socorrê-lo
na sua dor. Nas visitas aos enfermos, o agente mostra com seu testemunho que é
possível uma relação além da técnica com o doente, pois o ser humano enfermo é
visto como um ser integral, com dimensões físicas, psíquicas, sociais e
espirituais.
c)
Dimensão Político-Institucional:
Objetivo:
“Zelar para que os organismos e as instituições públicas e privadas que prestam
serviço de saúde e formam profissionais nessa área para que tenham presente em
sua missão social, política, ética,
bioética, comunitária e religiosa”. Essa dimensão tem uma atuação mais política
e social, a fim de lutar para que todos tenham acesso a um atendimento de saúde
com qualidade e respeito. Exige que os programas do governo aconteçam e cheguem
aos mais pobres e necessitados atuando, sobretudo, no controle social.
A
Pastoral da Saúde age a partir do
encontro com Cristo, onde está o seu alicerce e fundamento. Dessa forma, a
Pastoral é marcada por um agir evangélico e sobre a assistência do Espírito
Santo na promoção da saúde e em defesa da vida digna. “Vim para que todos
tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10)
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texto foi retirado de uma publicação da Arquidiocese de Feira de Santana:
Pastoral da Saúde. Ano VI – Nº09
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
Pastoral da Saúde
Este
ano a Campanha da Fraternidade, com o tema: Fraternidade e Saúde Pública vem
despertar para as questões da saúde no nosso país. Além disso, há o objetivo de
implantar a Pastoral da Saúde nas Paróquias que ainda não possuem esta
pastoral, como é o caso da nossa.
Neste
mês de Julho, toda quarta-feira, estaremos
publicando alguns textos que visam informar e motivar a criação da Pastoral da
Saúde. Rogamos a Deus e a Mãe do Perpétuo Socorro que envie operários para a
messe.
O QUE É PASTORAL DA SAÚDE?
A concepção do que seja realmente a
Pastoral da Saúde e o seu objetivo vêm do pastoreio de Jesus Cristo, que sempre
esteve ao lado dos mais necessitados, de modo especial dos doentes.
Por Pastoral da Saúde entendemos a
ação evangelizadora de todo o povo de Deus, comprometido em promover, cuidar,
defender e celebrar a vida, tornando presente a missão libertadora e salvífica
de Jesus no mundo da saúde. O documento de Aparecida afirma: ‘a Pastoral da
Saúde é a resposta às grandes interrogações da vida, como o sofrimento e a
morte, à luz da morte e ressurreição de Jesus’ (DA. n. 89).
Essa concepção mostra que a ação
Pastoral da Saúde vai do promover a saúde, passa pelo defender e celebrar a
vida, até chegar ao morrer com dignidade. Dessa forma, o objetivo geral da Pastoral da Saúde pela justiça e pela
solidariedade na opção preferencial pelos pobres e enfermos. “Evangelizar com
renovado espírito missionário o mundo da saúde, numa opção preferencial pelos pobres
e enfermos, participando da construção de uma sociedade justa e solidária a
serviço da vida (DA. n. 90)
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texto foi retirado de uma publicação da Arquidiocese de Feira de Santana:
Pastoral da Saúde. Ano VI – Nº09
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quarta-feira, 27 de junho de 2012
A história da Imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Hoje,
dia 27 de junho, a Igreja celebra o dia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
O vídeo a seguir é uma
verdadeira Catequese sobre a imagem de nossa padroeira. E você com certeza não
vai deixar de compreender a beleza e a grandeza desse título de Maria
Santíssima.
Fonte: Youtube
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sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Supervalorização de objetos religiosos
Nesta questão,
supervalorizar não é positivo, é negativo, o certo seria dizer: desvalorizar.
O
uso inadequado, incorreto ou “mágico” de medalhas e outras coisas, abençoadas,
longe de dar proveito espiritual ao usuário, reforça sua ignorância na vivência
da fé e nas relações de amor a Deus. Desvaloriza a motivação religiosa doutrinária
exigida pra um uso verdadeiramente cristão. Freia o que progresso na fé. É supervalorização
negativa atribuir um valor exagerado a objetos e coisas imaginando defender-se
de má-sorte, de malefícios ou para acreditarem em amuletos, talismãs, feitiços,
mandingas e correlatos. Além de superstição, há nisso uma espécie de idolatria,
ou seja, vê poder divino em coisas fabricadas pelo homem.
Na
visão religiosa cristã, a fé nunca pode ser cega, irracional e alienada. É alienação
entregar seu destino e opções pessoais a objetos, práticas e símbolos
religiosos como se tivessem por si poderes divinos. Pior ainda é valer-se de
tarôs, búzios, horóscopos, crendices, etc.
Está
em moda difundir o fenômeno religioso em forma de mercadoria e oferecer
soluções mágicas para os problemas e angústias humanas! Ao contrário, a fé
cristã ilumina a consciência da responsabilidade pessoal perante todas as
situações da vida. A Criação divina nos marcou com o dom da liberdade e nos fez
superiores às forças naturais. O livre-arbítrio é privilégio de cada indivíduo
responsável. Não somos prisioneiros de nenhum destino. Não estamos sujeitos a
supostos “espíritos” ou sob o poder magnético, energético, místico de ninguém
nem de nada, seja magia, fetichismo, ritualismo, fatalismo, força cósmico, aura
etc.
É
preciso libertar-se das formas mágicas de relacionar-se com a realidade, o
mundo, a cultura religiosa popular. Resistir ao modismo e ao culto às
aparências que seduzem os jovens no convívio social: tatuagens, modas grifes e
afastamentos da Igreja.
A
publicidade campeia pesada e entra em área religiosa também. A simbologia
religiosa de objetos é cultura universal. Reflete a tendência profunda do ser
humano em busca do transcendente. Mas superstições e interesses de traços
culturais e comportamentais alienantes. Desvirtuam os valores do Evangelho
buscando em objetos religiosos proteção e defesa contra perseguições e males
(físicos e morais). A espiritualidade é estéril se lhe falta o senso de
pertença à Igreja, se desvincula da fé e vida concreta, se coloca mais devoção
em símbolos dos santos e dos anjos protetores do que confiança no ensino do
Evangelho.
De
fato, os objetos religiosos abençoados não são necessários para nos ligarmos a
Deus. São secundários. Podem ajudar, se usados com respeito e boa formação
cristã. Esse é um amadurecimento exigido como questão de fé!
Pe. Antônio Clayton Sant’Anna, C.Ss.R.
Artigo publicado na Revista de
Aparecida, ano 11, nº 123, junho de
2012.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
Corpus Christi
O texto a seguir foi publicado em 2009 por Everth Queiroz Oliveira do blog Ecclesia Una . Apreciem-no e reflitam!
A Solenidade do Corpo e Sangue do Nosso Senhor, Corpus Christi, celebrada no dia de hoje, nos remete a eterna idéia sacrificial da Santa Missa, cuja estrutura está muito bem argumentada na Encíclica do Papa João Paulo II, “Ecclesia de Eucharistia”. A instituição da Eucaristia foi bem narrada hoje por São Marcos. Relembramos, ao comemorarmos o Corpo e Sangue de Cristo, a memória de sua Paixão e Ressurreição. É ainda nesse contexto que contemplamos a inefável presença de Jesus na Eucaristia.
Todos os dias na Santa Missa, na Oração Eucarística, celebramos aquelas palavras de Jesus Cristo: “TOMAI E COMEI: ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS”. E ainda: “TOMAI E BEBEI: ESTE É O MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA A REMISSÃO DOS PECADOS; FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM!” Nessas duas frases estão resumidos os tons sacrificiais e ao mesmo tempo misteriosos da Eucaristia.
O mistério é “o Pão vivo descido do céu”, Jesus Cristo. O sacrifício é o sangue derramado por nós, simbolizado pelo vinho. Nessas duas espécies, pão e vinho, estão contidos, respectivamente, Corpo e Sangue do Nosso Senhor Jesus Cristo. De fato, Ele não disse “Isso representa meu Corpo e isso simboliza meu Sangue”; Ele, ao contrário, pronunciou: “Isto É o meu Corpo; isto É o meu sangue”. Os católicos crêem que são não mais pão e vinho, mas corpo e sangue, propriamente ditos.
Mas muitos ainda duvidam que ali na Eucaristia Jesus se faz presente. Engraçado… Quando falam que a matéria é constituída de não sei quantos átomos, todo mundo acredita, balança a cabeça, não fala um “a”. Mas quando está relacionado à Igreja, à religião, então temos que duvidar, temos que questionar. E aí, por meio desse questionamento, as pessoas chegam a cometer ultrajes, sacrilégios e desacatos ao Santíssimo Sacramento de Jesus no altar. É absurdo; é humilhante; é degradante.
Ao mesmo tempo, é absurdo ver pessoas da Nossa própria Igreja chamando a Santa Missa ou a Instituição da Eucaristia de “festa”, ou até mesmo “banquete entre amigos”, sendo que o Concílio de Trento determina:
950. Cân. 3. Se alguém disser que o sacrifício da Missa é somente de louvor e ação de graças (…) – seja excomungado.
Além disso, que triste ver pessoas negando que a Missa é o Sacrifício de Cristo, quando a Igreja é clara quanto a isso:
“As palavras do apóstolo Paulo recordam-nos as circunstâncias dramáticas em que nasceu a Eucaristia. Esta tem indelevelmente inscrito nela o evento da paixão e morte do Senhor. Não é só a sua evocação, mas presença sacramental. É o sacrifício da cruz que se perpetua através dos séculos” (Ecclesia de Eucharistia, 11).
Ora essa, na Santa Comunhão, Jesus se oferece em expiação pelos nossos pecados e dá o seu corpo e o seu sangue para que possamos ter a vida eterna! Isso, por acaso, não é sacrifício? É claro que O é. E mais: a Eucaristia é um Sacrifício que exige de quem participa do banquete uma pureza digna da Sagrada Comunhão. Jesus, que é Santo, não pode habitar num Corpo que esteja em pecado mortal. Quantas vezes nós, teimosamente, desobedecemos o que nos manda a Igreja e a própria Bíblia (“todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor” – 1 Cor 11,27) e comungamos em pecado mortal.
Não me lembro a que santa Jesus o revelou, mas disse certa vez que, quando entra no corpo de uma pessoa que está em pecado mortal, sofre todo o calvário novamente. Isso é muito triste! Devemos nos examinar antes de participarmos do banquete do Cordeiro de Deus.
Celebrar dignamente os mistérios da Redenção de Jesus Cristo, nosso Senhor, significa seguir devidamente o que manda o Magistério da Igreja e examinar-se antes de receber a Sagrada Comunhão, que é o próprio Corpo de Cristo –Corpus Christi. Não podemos nunca nos esquecer da responsabilidade que a Santa Eucaristia pede a nós em termos de moral e fé. Que o amor de Deus, descido do céu sobre nós através da imolação do Cordeiro da Nova Aliança, Jesus, complemente nossas vidas e nossa consciência. Que a Virgem Maria, “Mãe Eucarística”, nos ajude a caminhar ao encontro da luz de Cristo, aquela que apaga todos os nossos pecados.
Graça e paz.
sábado, 2 de junho de 2012
Série Namoro Santo: Um namoro diferente leva à santidade
Neste mês de junho faremos uma breve reflexão sobre namoro santo. Num mundo cada vez mais carente de exemplos que propaguem a castidade e a possibilidade de verdadeiramente viver em santidade, buscamos resgatar os valores tão divulgados pela Igreja e tão solicitados pelo próprio Deus. É possível viver um namoro em castidade, em santidade? Certamente não é fácil! Mas certamente é possível!Você tem rezado com o seu esposo, esposa? Com o seu namorado, namorada?
O exemplo a seguir, nos revela o segredo de um relacionamento direcionado a santidade: A oração.
Vejamos...
O casal brasileiro: Servos de Deus Zélia e Jerônimo
Por Maria Emília Marega
Roma, quarta-feira 02 de maio de 2012 (ZENIT.org) - A experiência da vida matrimonial dos Servos de Deus Zélia e Jerônimo, casal brasileiro do século 19, mostra que é possível ser santo na vida cotidiana correspondendo à vocação ao qual foi chamado.
Jerônimo de Castro Abreu Magalhães nasceu em Magé e Zélia Pedreira Abreu Magalhãesem Niterói. Casaram-se em 27 de julho de 1876, na Chácara da Cachoeira, bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro.
Ele engenheiro civil e ela uma jovem letrada, com primorosa formação artística, literária e científica, de modo que aos 14 anos traduziu do italiano para o português, a obra de Cesare Cantu "Il Giovinetto".
O desejo de Jerônimo e Zélia sempre foi o de agradar a Deus desde o período em que se conheceram, quando na troca de olhar já ficou claro que o namoro deles seria um namoro diferente, declarou Dom Roberto Lopes, vigário episcopal para a Vida Consagrada e responsável pelos processos de candidatos à causa dos santos da Arquidiocese do Rio; conforme nota da Portalum.
"Zélia e Jerônimo eram muito apaixonados. A vida de oração foi crescendo dentro do coração do casal. Eles educaram seus filhos para Deus, e a Eucaristia era algo que procuravam dar de presente para o povo de Deus que o cercava", destacou.
Desse casamento nasceram 13 filhos, quatro falecidos em tenra idade, os demais (três homens e seis mulheres) abraçaram diferentes ordens religiosas, dentre eles o frei franciscano José Pedreira de Castro, professor de ciências bíblicas que fundou em 1956 um Centro Bíblico e o curso de Sagrada Escritura por correspondência.
Na fazenda onde eles moravam havia uma capela, onde inúmeras vezes ao dia o casal era visto rezando, assim como também seus escravos, que iniciavam o trabalho do dia sempre com oração conduzida por Jerônimo e Zélia no pátio da fazenda.
A pesquisa histórica sobre Jerônimo de Castro Abreu Magalhães e sua esposa Zélia está sendo feita por uma comissão arquidiocesana, instalada no dia 23 de dezembro pelo arcebispo Dom Orani João Tempesta.
Da década de 30 até a década de 60, a vida de Zélia foi bastante conhecida. Sua biografia chegou à sexta edição e foi traduzida em iugoslavo, alemão, francês, espanhol, em italiano, e em português de Portugal.
Atualmente, existem no Brasil em torno de cinquenta causas de beatificação, das quais 25 figura como postulador o Dr. Paolo Vilotta, responsável também pela causa dos Servos de Deus Zélia e Jerônimo.
Fonte: Editora Cléofas
sábado, 5 de novembro de 2011
O Rosário é bíblico?
Vários protestantes têm uma grande pulga atrás da orelha com o rosário. “Como é antibíblico!”, dizem eles. Pois bem, é hora de analisar o Rosário e ver o que a Bíblia tem a dizer sobre este assunto.
O Rosário é uma coleção de orações individuais:
1 – O Credo
2 – O Pai-Nosso
3 – A Ave-Maria
4 – Glória
5 – Salve Regina
2 – O Pai-Nosso
3 – A Ave-Maria
4 – Glória
5 – Salve Regina
1. O Credo Apostólico
“Creio em Deus-Pai, todo-poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pela Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia. Subiu aos céus e está sentado à direita de Deus-Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na Comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.”
Este é um dos credos mais antigos que se conhece. Foi inicialmente usando pelos cristãos de Roma. Não há nada antibíblico nele. A única coisa que alguém poderia objetar seria a expressão “creio…na Santa Igreja Católica”. Bem, a primeira pessoa a utilizar a expressão “Católica” (palavra grega para “geral, universal”) foi Santo Inácio de Antioquia em sua carta aos Esmirnenses. Ele morreu em 107 A.D., o que nos faz tirar a lógica conclusão que tal designação para a igreja já era utilizada desde antes. Ele utilizou este termo para diferenciar a Igreja fundada por Cristo e pelos apóstolos das outras igrejas e filosofias heréticas que estavam aparecendo.
2. O Pai-Nosso
Bem, nada de antibíblico aqui. Sem comentários mais.
3. A Ave-Maria
“Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre, Jesus. Santa Maria, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém”.
Isto coloca um bom problema aos protestantes. Porquê? Veja o que a Bíblia diz sobre isso (versão KJV):
“E o anjo veio sobre ela, e disse, Ave, tu que és grandemente favorecida, o Senhor está contigo. Bem-aventurada és tu entre as mulheres”. (Lc 1,28)
São Jerônimo, um dos primeiros Pais da Igreja, traduziu a Bíblia grega para o latim, e a melhor forma de traduzir para o latim a forma “grandemente favorecida” foi “gratia plena”, que significa “cheia de graça”. Isto denota muito bem o estado de Maria, “cheia de graça”, sem pecado.
Desta forma, a primeira parte da Ave-Maria não deixa problema algum. E quanto à segunda parte?
Santa Maria? É esperado que, sendo Maria a mãe do “Santo dos Santos”, ela seja também uma pessoa santa. Isto não pode ser problema para os protestantes, que acreditam que todos os cristãos são santos, de uma forma ou de outra, no mínimo.
Mãe de Deus? Maria é a mãe de Jesus, certo? Jesus era uma pessoa divina com uma natureza divina e humana. Maria “assim como fazem todas as mães” deu a luz à pessoa, não à natureza. E a qual pessoa ela deu à luz? Uma pessoa divina. Logo, Maria é a mãe de Deus.
Rogai por nós, pecadores? Pedimos que Maria ore por nós. Mas ela não está morta? Não de acordo com a Bíblia (Mc 12,26-27; Mt 27,52-53).
Nós devemos orar pelos outros, diz Tiago (Tg 5,16). Ora, mas Jesus não é o único mediador? Sim, assim como Ele é o único rei, o único Senhor, o único sacerdote, etc…E enquanto partilharmos deste seu sacerdócio e reinado, também partilhamos desta única mediação.
Agora e na hora de nossa morte? Oh-oh!, como Maria sabe quando morreremos? Bem, ela possui a visão beatífica (1 Cor 13:12; 2 Pd 1:4), e além do mais, não existe época no paraíso, somente eternidade e, portanto, nem Maria ou os anjos estão sob o limite do tempo e por isso podem ouvir todas as nossas orações.
4. Glória
“Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre. Amem”.
Pequena e linda oração. Ninguém reclame dela.
5. Salve Regina (Salve Rainha)
“Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa. Salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva. A vós, suspirando, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Ei-a pois, advogada nossa, esses vossos olhos misteriosos a nós volvei. E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus. Bendito é o fruto do teu ventre. Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre virgem Maria. Rogai por nós, santa mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo”.
É bem complicado, vamos com calma.
Rainha? Considere que Jesus, Rei dos Reis, nunca foi casado. Se um rei não possui esposa, quem, portanto, é a rainha? Sua mãe! E isto se aplica aqui.
Vida, doçura e esperança? Isto diz respeito à mediação de Maria, assunto que não abordaremos neste texto pela sua natureza mais profunda. Chamamos Maria desta forma porque ela é a causa, estritamente na forma subordinada “claro”, da nossa salvação, vida, doçura e esperança (que é Jesus).
Vossos olhos misericordiosos? Maria, como imaculada, tem misericórdia de seus filhos. Lembrando que todos somos seus filhos. Ela é nossa mãe, porque somos parte do corpo de Jesus, nascido de Maria.
Clemente, piedosa, doce? Quem nega que a mãe de Jesus é clemente? Ou piedosa? Ou doce? Minha mãe (carnal) é! Quanto mais com um filho como Jesus, o filho de Deus!
Como vimos, são várias orações. Claro, existem entre nós questões sobre o rosário, como apontam alguns quando dizem que Jesus nos recomendou não rezar em “vãs repetições” como fazem os gentios (Mt 6,7).
Mas notem todos que Jesus não condena as repetições, somente as que são “vãs”. Se nós condenamos católicos bêbados, não estamos condenando todos os católicos que bebem e nem significa que todos os católicos “são” bêbados. Isto somente significa que aqueles católicos que “estavam” bêbados são condenados. Aqui é a mesma coisa. Jesus disse para não rezarmos as repetições “que são vãs”, ou sejam, de nada adiantariam. E porque o rosário não é incluído nestas “vãs repetições”? Porque nele nós meditamos os mistérios da vida, morte e ressurreição de Cristo, e isto nunca será “vão”. A Ave-Maria somente é a base para todos estes mistérios. Nunca se acreditou que se consegue alguma coisa com uma certa quantidade de orações. O Rosário bem recitado é aquele bem meditado, com concentração. Onde as palavras não são somente balbuciadas, mas rezadas com fé.
Então, da próxima vez que alguém se dizer um cristão, pergunte como honra a Maria. Se disser “não, obrigado, não sou idólatra, somente honro a Jesus”, pergunte então porque a Bíblia nos pede para honrarmos os santos (1 Pd 1,6-7), e porque Maria é tão “grandemente favorecida”.
“Doravante, todas as gerações me proclamarão bem-aventurada” (Lc 1,48).
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domingo, 30 de outubro de 2011
Dia de todos os Santos. Por quê?
Dia de Todos os Santos
Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.
Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.
Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso. Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.
Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.
ORAÇÃO À TODOS OS SANTOS
Ó Deus,
Concedei-nos, pelas preces dos Santos,
A quem destes perseverar na imitação de Cristo pobre e humilde,
Seguir a nossa vocação com fidelidade.
E chegar àquela perfeição que nos propusestes em Vosso Filho.
Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo
Amém.
Fonte: Veritati Splendor
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Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.
Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.
Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso. Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.
Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.
ORAÇÃO À TODOS OS SANTOS
Ó Deus,
Concedei-nos, pelas preces dos Santos,
A quem destes perseverar na imitação de Cristo pobre e humilde,
Seguir a nossa vocação com fidelidade.
E chegar àquela perfeição que nos propusestes em Vosso Filho.
Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo
Amém.
Fonte: Veritati Splendor
sábado, 1 de outubro de 2011
Finados, a celebração da esperança cristã
É muito significativo e apropriado que, depois da festa de Todos os Santos, a Igreja nos faça celebrar a comemoração de Todos os Fiéis Defuntos. Segundo a liturgia da Igreja, “para os que crêem a vida não é tirada, mas transformada”.
No Corpo místico de Cristo, as almas dos fiéis se encontram e superam a barreira da morte, rezando umas pelas outras, realizando na caridade um íntimo intercâmbio de dons. Nessa dimensão de fé, compreendemos a prática de oferecer pelos falecidos orações de sufrágio, de maneira especial a Santa Missa – memorial da Páscoa de Cristo que abriu aos que têm fé em Cristo a vida eterna.
Os primeiros vestígios de uma comemoração coletiva de todos os fiéis defuntos são encontrados em Sevilha (Espanha), no séc. VII, e em Fulda (Alemanha), no séc. IX. O verdadeiro fundador da festa, porém, é Santo Odilon, abade de Cluny (França). A festa propagou-se rapidamente por todo estado francês e pelos países nórdicos. Foi escolhido o dia 2 de novembro para ficar perto da comemoração de todos os santos.
Muitos documentos dos primeiros séculos da Igreja nos garantem esta prática. Por exemplo, a Didaquè (ou Doutrina dos 12 Apóstolos), do ano 100, já mandava “oferecer orações pelos mortos”. Nas Catacumbas de Roma os cristãos rezavam sobre o túmulo dos mártires suplicando a sua intercessão diante de Deus. Tertuliano (†220), Bispo de Cartago, afirmava que “a esposa roga pela alma de seu esposo e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte” (De monogamia, 10).
Nos seus ensinamentos, o Papa João Paulo II ensinou-nos que “a Igreja do Céu, a Igreja da Terra e a Igreja do Purgatório estão misteriosamente unidas nessa cooperação com Cristo para reconciliar o mundo com Deus.” (Reconciliatio et poenitentia, 12) João Paulo ainda nos ensinou que “... os vínculos de amor que unem pais e filhos, esposas e esposos, irmãos e irmãs, assim como os ligames de verdadeira amizade entre as pessoas, não se perdem nem terminam com o indiscutível evento da morte. Os nossos defuntos continuam a viver entre nós, não só porque os seus restos mortais repousam no cemitério e a sua recordação faz parte da nossa existência, mas sobretudo porque as suas almas intercedem por nós junto de Deus” (02/11/94).
A celebração do dia de Finados é uma oportunidade para fazermos uma reflexão sobre a vida. Ela terminará para todos nós aqui neste mundo, é apenas uma questão de tempo. Além disso, para a eternidade não poderemos levar nada de material. Levaremos apenas o bem que tivermos feito para nós e para os outros. Logo, deve ser uma tomada de consciência de que ser feliz e viver bem não quer dizer acumular tesouros, prazeres ou glórias, mas fazer o bem e preparar uma vida eterna com Deus.
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Fonte: Canção Nova
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Semana Bíblico-catequética
Com o tema “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja” vai acontecer a Semana Bíblico-Catequética arquidiocesana, de 30/09 a 02/10 de 2011, no Centro Arquidiocesano de Formação, no Papagaio. Este momento será precedido por uma motivação e formação bíblica nas paróquias (Travessia bíblica), de 25/09 a 29/09.
Reavivar na Igreja de Feira de Santana a consciência de que a missão da Igreja nasce da Palavra de Deus é o objetivo deste importante acontecimento.
Os participantes são padres, diáconos, seminaristas, religiosas, Catequistas, animadores de comunidades, ministros, coordenadores arquidiocesanos de pastoral e movimentos e outros agentes de pastoral.
Fonte: Comunicando Vida
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Reavivar na Igreja de Feira de Santana a consciência de que a missão da Igreja nasce da Palavra de Deus é o objetivo deste importante acontecimento.
Os participantes são padres, diáconos, seminaristas, religiosas, Catequistas, animadores de comunidades, ministros, coordenadores arquidiocesanos de pastoral e movimentos e outros agentes de pastoral.
Fonte: Comunicando Vida
sábado, 3 de setembro de 2011
Bíblia e Pastoral
A missão da Igreja tem seu fundamento na Palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura. Isto não é um fato de hoje, mas vem desde sua origem. Vem das Palavras de Jesus e dos Apóstolos, passando pelos Padres da Igreja, fazendo parte essencial da História da Salvação em todos os tempos.
As nossas pastorais se tornam infecundas quando o anúncio não é a Pessoa de Jesus Cristo, isto é, anúncio de sua Palavra, de seu ensinamento e de sua própria vida. Aí encontramos as motivações para desenvolver o tema "Eucaristia e Missão". A Palavra prepara a comunidade para vivenciar o Cristo Eucarístico.
Historicamente, estamos evidenciando uma passagem de momentos fortes em nossa atuação pastoral. Sequencialmente, a Igreja deu ênfase ao dado teológico, doutrinal e estruturada em princípios bem sólidos, que conseguiu influenciar a cultura milenar, ultrapassando os rincões da Idade Média.
Houve um salto para um Momento mais antropológico, voltando a atenção para a razão humana, tendo em vista a prática concreta da fé. Talvez pudéssemos chamar a isto de Idade Moderna, não só com o dado da fé e da Palavra de Deus, mas também com a capacidade racional da pessoa humana.
Agora se fala num aspecto cosmológico, mais globalizante, identificado como Idade Ecológica. É o que caracterizamos de Pós-Modernidade, de acento no indivíduo, mas relacionado com o todo ecológico. Mesmo com a evidência individualista, temos que nos dar conta de que tudo está concatenado, formando um todo existencial.
Podemos chamar a realidade atual de "capacidade quântica", de somatório matemático, onde tudo está relacionado com tudo. É neste meio que a nossa ação pastoral deve transitar. Creio que a Palavra de Deus seja o grande referencial de unidade e de caminho que deve ser percorrido com segurança.
Todas as pastorais são convocadas para um olhar clínico de si mesmas. As transformações na sociedade são gritantes, que atingem a ação da Igreja. O momento exige mobilidade, nova animação e superação do comodismo. É necessário entender as propostas da nova cultura para evangelizar com bons resultados.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto
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Pascom PNSPS
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Igreja no Brasil celebra o Mês da Bíblia 2011 com o estudo do Livro do Êxodo
O Mês da Bíblia tem como tema “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”, e o lema “Aproximai-vos do Senhor”.
O presidente da Comissão para a Animação Bíblico-catequética e arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann, escreveu uma mensagem para toda a comunidade cristã que celebra o Mês da Bíblia.
Dom Jacinto pede que todos procurem viver intensamente o esse mês, em todas as comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. “Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão para a Animação Bíblico-catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira animação bíblica da pastoral, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo”, destacou.
O Subsídio
O Subsídio apresenta vários textos para estudo, reflexão, oração e prática para o Mês da Bíblia de 2011. Não pretende dizer tudo, mas apontar pistas para o trabalho individual e comunitário. Foi pensado como material de apoio, isto é, traz elementos informativos a serem desenvolvidos posteriormente e indica também roteiros práticos, que podem orientar grupos de reflexão e leitura orante sobre o assunto.
Leia abaixo a íntegra da mensagem de dom Jacinto Bergmann, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB.
Mês da Bíblia
Mês de Setembro para a nossa Igreja no Brasil já é, por uma bonita tradição, sinônimo de MÊS DA BÍBLIA. O grande São Jerônimo, presbítero e doutor, cuja memória celebramos no final do mês de setembro, dia 30, nos motivou desde o início e motiva ainda hoje para a dedicação do mês de setembro inteiro para ser o da Bíblia. Sabemos da importância do trabalho bíblico de São Jerônimo realizando a tradução da Vulgata; e sua frase é emblemática: “Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”.
Também já é uma bonita tradição, a CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, oferecer um tema para o Mês da Bíblia para o estudo, a reflexão, a oração e a vivência da Palavra de Deus. O tema pode girar ou em torno de trechos bíblicos, ou de um Livro bíblico, ou até de um conjunto de Livros bíblicos. A escolha do tema para o Mês da Bíblia deste ano de 2011, concentrou-se no trecho do Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”. É necessário olharmos as etapas da travessia desértica do Povo de Deus, saindo do Egito e buscando a Terra Prometida: as dificuldades enfrentadas pelo Povo de Deus, tanto os problemas da natureza, quanto os desafios oriundos pela convivência humana, criaram a necesidade de enraizar e vivenciar a fé, a esperança e o amor em Deus. Queremos aprender com o Povo de Deus a realizarmos a nossa travessia de discipulado e missão. Eis, pois, o tema tão propício para o Mês da Bíblia de 2011: “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”. Mas, o fundamental em tudo isso, é estar próximo ao Senhor Deus. Assim, do capítulo 16, versículo 9, é tirado também o lema: “Aproximai-vos do Senhor”.
Vamos viver intensamente o Mês da Bíblia em todas as nossas comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo.
Dom Jacinto Bergmann,
Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética
Fonte: Site da CNBB Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética
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Pascom PNSPS
domingo, 28 de agosto de 2011
O dogma da assunção de Maria
Muitos de nossos contemporâneos, devido à influência do liberalismo, talvez preferissem deixar cair no esquecimento o grande acontecimento, ocorrido no dia 1º de novembro de 1950, quando o Papa Pio XII definiu, por meio da Constituição dogmática Munificentissimus Deus, a gloriosa Assunção de Nossa Senhora ao Céu.
Mas Nossa Senhora recebeu de Deus uma série de privilégios e graças que a fizeram imensamente elevada acima de qualquer um de nós. Ela foi concebida sem pecado original, foi Virgem sempre, mesmo sendo mãe, e gerou o corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo, unido hipostaticamente à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, portanto é Mãe de Deus. É compreensível, pois, Deus tenha querido estabelecer mais uma gloriosa exceção para sua Santíssima Mãe: em vez de seu corpo ficar num sepulcro, subiu ele aos Céus para receber desde logo o prêmio eterno e ser coroada Rainha do Céu e da Terra.A doutrina católica ensina que, após a morte, nossa alma se apresenta ante o Juízo de Deus, enquanto nosso corpo permanece nesta Terra aguardando a ressurreição final, quando voltará a se juntar à nossa alma para ser feliz no céu ou infeliz no inferno, por toda a eternidade. Tal é a lei para o comum dos homens.
Qualquer filho, se pudesse, faria algo muito especial por sua mãe. E como não iria fazê-lo o melhor dos filhos que houve e haverá neste mundo, o próprio Jesus Cristo?
Assim, em virtude de mais uma predileção de Deus por Aquela que é a obra-prima da Criação, Nossa Senhora já se encontra no Céu com sua alma e seu corpo imaculados.
No fundo da recusa, um problema filosófico
Mas por que se nota a recusa de anticatólicos e até a incompreensão de alguns católicos, diante de uma verdade tão bela?
O problema resume-se no seguinte: há verdades que devemos crer mesmo que estejam acima de nossa inteligência e não as entendamos. A razão humana não abarca todo o conhecimento. Como Deus é infinitamente superior a nós, certas manifestações dEle excedem nossa capacidade de compreensão. “A palavra de Deus, revelada e comunicada aos homens, fica em perfeita equação com o pensamento divino ou com a verdade; e como o pensamento de Deus é infinito assim como a sua natureza, a sua palavra nos comunicará verdades que ultrapassam e sempre ultrapassarão o círculo finito e limitado da nossa inteligência" (1).
Essas manifestações da superioridade divina podem ser inacessíveis à razão ou não. Caso o sejam, são denominadas mistérios. O mistério não é contrário à razão humana, mas está acima dela. Muitas verdades, contudo, podem ser conhecidas por meio da razão.
Seja num caso ou noutro, a Igreja Católica ensina essas verdades reveladas por Deus. E em alguns casos o faz solenemente por meio de um "Dogma”. Dogma é uma palavra de origem grega que significa decisão, decreto. O catecismo católico ensina-nos que todo dogma é uma "verdade revelada por Deus e proposta pela Igreja à nossa crença" (2).
E aqui chegamos ao cerne do problema: a Igreja manda-nos crer nos dogmas – verdades que podemos não compreender devido a alguma limitação nossa.
Para um homem orgulhoso, que rejeita a fé – como o são milhões hoje em dia –, que julga entender tudo, quando não entende, despreza a afirmação dogmática como não sendo verdadeira.
Fundamentos do Dogma da Assunção
"Sendo o dogma, antes de tudo, uma verdade revelada por Deus, trata-se de saber onde se acha exarada a revelação divina. A fonte da revelação é dupla: a) a Escritura Sagrada [a Bíblia]; b) a Tradição" (3). Este é um artigo de Fé, definido pelos Concílios de Trento e do Vaticano I. Esclarecemos que constituem a Tradição "as verdades ensinadas por Jesus Cristo e pelos Apóstolos e transmitidas, de século a século, por outro caminho que não seja a Escritura Sagrada" (4).
No caso concreto da Assunção, a doutrina sobre ela está implícita na Sagrada Escritura e é muito abundante na Tradição da Igreja, especialmente desde o século IV. Numerosos escritos atestam essa tradição desde o início da Igreja. Vários santos assistiram à morte de Maria Santíssima, além dos Apóstolos presentes.
Dada a triste situação da humanidade durante o paganismo, a Igreja teve de esperar seu triunfo para revelar as verdades sobre Nossa Senhora. Caso contrário, corria-se o risco de os pagãos a venerarem como deusa. Quando adveio o triunfo da Igreja, houve uma verdadeira floração de santos que então puderam falar sobre Ela – entre eles Santo Efrém, o sírio, e São Gregório de Tours – e apareceram numerosas liturgias para honrá-La. Isto fala por si. A devoção à Assunção de Nossa Senhora existia já nas catacumbas, e desde que não mais houve o perigo acima referido, começou-se a tratar largamente o tema.
“A Assunção de Maria foi sempre ensinada em todas as escolas de teologia, e não há voz discordante entre os doutores", observa o Pe. Júlio Maria (5). Havendo uma tal concordância entre todos os teólogos a respeito da matéria, compreende-se que 2.505 Bispos tenham solicitado ao Papa Pio XII que declarasse tal verdade como Dogma.
Em nossos dias... silêncio
Em nossos dias, nota-se um certo silêncio sobre esse e outros dogmas. Esta é uma razão a mais para celebrarmos o privilégio concedido a Nossa Mãe celestial mediante a sua Assunção. E lembrarmos que este constituiu tremenda derrota do demônio. "Como a gloriosa ressurreição de Cristo foi parte essencial e signo final desta vitória [contra o inimigo infernal], assim também para Maria a comum luta deveria concluir com a glorificação de seu corpo virginal”, comenta o conhecido mariólogo Alastruey (6).
Nossa Senhora humilhou o demônio por meio de sua vida santa, sua Imaculada Conceição, sua virgindade, sua humildade. A decomposição do corpo no túmulo é um castigo fruto do pecado original, o qual jamais tisnou a alma santíssima de Nossa Senhora.
NOTAS:
1 –Mons. Cauly, Instrução religiosa, Tomo IV, p. 19.
2 –Mons. Boulenger, Doutrina Católica, Ed. do Brasil, São Paulo, 1963, p. 24.
3 – Idem, p. 25.
4 – Idem, p. 29.
5 – A Mulher Bendita, Pe. Júlio Maria, S.D.N., Editora O Lutador, 2a edição, Manhumirim, 1949, 261.
6 – Gregorio Alastruey, Tratado de la Virgem Santíssima, Bac, Madrid, 1961, p. 491.
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