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domingo, 16 de setembro de 2012

Formação sobre o Evangelho Segundo São Marcos

Aconteceu neste domingo (16.09), no salão do Centro Catequético no Tomba, uma formação sobre o Evangelho do ano - o Evangelho Segundo São Marcos.
O seminarista Flávio Porto fez um breve passeio pela história da Bíblia e nos incentivou a ler este mês o Evangelho que estamos estudando. Certamente será uma tarefa fácil, ainda mais depois de conhecer o contexto em que o livro foi escrito.


Marcos, nos revela algumas sutilezas em seu evangelho e conforme a fala de Flávio nos convida a:

-  Conhecer quem é Jesus;
- Fazer um caminho de descobertas;
- Ao caminhar, aprofundar.


Embora em pouco tempo, o objetivo foi alcançado: Criar maior intimidade com a Bíblia, reconhecendo aquilo que é destaque no Evangelho Segundo São Marcos e que está no capítulo 15, versículo 39:


O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.

Fotos da formação aqui!

Lembramos que nossa Paróquia organizou um itinerário de formação litúrgica com encontros mensais. Logo estaremos divulgado os detalhes.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como a Bìblia foi escrita

Na condescendência de sua bondade, Deus, para revelar-se aos homens, fala com eles em palavras humanas: `A Palavra de Deus, expressada em línguas humanas, se faz semelhante à linguagem humana, como a Palavra do Eterno Pai, assumindo a nossa frágil condição humana, se fez semelhante aos homens` (DV 13).

Deus é o autor da Sagrada Escritura. `As verdades reveladas por Deus, que estão contidas e se manifestam na Sagrada Escritura, se consignaram por inspiração do Espírito Santo.` Ele inspirou os autores humanos dos livros sagrados.

A Tradição apostólica fez a Igreja discernir quais escritos constituem a lista dos Livros Santos. Esta lista integral é chamada `Cânon das Escrituras`. Cânon vem da palavra grega `kanon` que significa `medida, regra`.

O Cânon compreende para o Antigo Testamento 46 escritos e 27 para o Novo. Estes são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Ruth, os dois livros de Samuel, os dois livros dos Reis, os dois livros das Crônicas, Esdras e Neemias, Tobias, Judith, Esther, os dois livros dos Macabeus, Jó, os Salmos, os Provérbios, o Eclesiastes, o Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico, Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias, para o Antigo Testamento.

Para o Novo Testamento, os Evangelhos de Mateus, de Marcos, de Lucas e de João, os Atos dos Apóstoles, as Epístolas de Paulo aos Romanos, a primeira e segunda aos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, a primeira e segunda aos Tessalonicenses, a primeira e segunda a Timóteo, a Tito, a Filemôn, a Epístola aos Hebreus, a Epístola de Thiago, a primeira e segunda de Pedro, as três Epístolas de João, a Epístola de São Judas e o Apocalipse.

Antigo testamento

Os judeus consideravam que existiam dois cânones dos Livros Santos: o Cânon Breve (palestinense) e o Cânon Longo (alexandrino).
O Antigo Testamento em hebreu (Cânon Breve) está formado por 39 livros e se divide em três partes: `A Lei`, `Os Profetas`e `Os Escritos`.

O Antigo Testamento em grego (Canon Longo) está formado por 46 livros. A versão grega da Bíblia, conhecida como dos Setenta, conta com 7 livros a mais: Tobias, Judith, Baruc, Eclesiástico, I e II Macabeus e Sabedoria. Além disso, algumas sessões gregas de Esther e Daniel. Estes livros são conhecidos freqüentemente, embora a expressão não é necessariamente a mais adequada, como `deutero-canônicos`.

Os judeus em Alexandria tinham um conceito mais amplo da inspiração bíblica. Estavam convencidos de que Deus não deixava de se comunicar com seu povo mesmo fora da Terra Santa, e de que o fazia iluminando os seus filhos nas novas circunstâncias em que se encontravam.
Os Apóstolos, ao levar o Evangelho ao Império Greco-romano, utilizaram o Cânon Alexandrino. Assim, a Igreja primitiva recebeu este cânon que consta de 46 livros.

No século III começaram as dúvidas sobre a inclusão dos assim chamados `deutero-canônicos`. A causa foram as discussões com os judeus, nas quais os cristãos só utilizavam os livros proto-canônicos.

Alguns Padres da Igreja denotam estas dúvidas nos seus escritos -por exemplo Atanásio (373), Cirilo de Jerusalém (386), Gregório Nazianzeno (389)-, enquanto outros mantiveram como inspirados também os deutero-canônicos -por exemplo Basílio ( 379), Santo Agustinho (430), Leão Magno (461)-.

A partir do ano 393 diferentes concílios, primeiro regionais e logo ecumênicos, foram fazendo precisões à lista dos Livros `canônicos`para a Igreja. Estes foram:

* Concílio de Hipona (393)
* Concílio de Cartago (397 y 419)
* Concílio Florentino (1441)
* Concílio de Trento (1546)

Neste último, solenemente reunido no dia 8 de abril de 1546, se definiu dogmaticamente o cânon dos Livros Sagrados.

Os protestantes só admitem como livros sagrados os 39 livros do cânon hebreu. O primeiro que negou a canonicidade dos sete deuterocanônicos foi Carlostadio (1520), seguido de Lutero (1534) e depois Calcino (1540).

Novo testamento

O Novo Testamento está formado por 27 livros, e se divide em quatro partes:
`Evagelhos`, `Atos dos Apóstolos`, `Epístolas` e `Apocalipse`.

Nas origens da Igreja, a regra da fé se encontrava no ensinamento oral dos Apóstolos e primeiros evangelizadores.
Passado o tempo, sentiu-se a urgência de consignar por escrito os ensinamentos de Jesus e os traços ressaltantes da sua vida. Esta foi a origem dos Evangelhos.

Por outro lado, os Apóstolos alimentavam espiritualmente os seus fiéis mediante cartas, segundo os problemas que iam surgindo. Esta foi a origem das Epístolas.

Ademais circulavam entre os cristãos do primeiro século mais duas obras de personagens importantes: `Os Atos dos Apóstolos`, escrita por Lucas, e o `Apocalipse`, saído da escola de São João.

Ao final do século I e começo do II, o número de livros da coleção variava de um Igreja a outra.
Na metade do século II, as correntes heréticas do Marcionismo (que afirmava únicamente o Evangelho de Lucas e as 1 Epístolas de Paulo tinham origem divino), e do Montanismo (Montano pretendia introduzir como livros santos seus próprios escritos), urgiram a determinação do Cânon do Novo Testamento.

Por volta do final do século II, a coleção do Novo Testamento era quase a mesma nas Igrejas do Oriente e Ocidente.

Nos tempos de Agustinho, os Concílios de Hipona (393) e de Cartago (397 e 419) reconheceram o Cânon de 27 livros, assim como o do Concilio de Constantinopla (692) e o Concílio Florentino (1441).
Com a chegada do protestantismo, quiseram renovar antigas dúvidas e exculiram alguns.
Lutero rechaçava Hebreus, Thiago, Judas e o Apocalipse. Carlostadio e Calvino aceitaram os 27. Os protestantes liberais não costumam falar de `livros inspirados`, mas de `literatura cristã primitiva`.

No Concílio de Trento foi apresentado oficial e dogmaticamente a lista íntegra do Novo Testamento.

O cristério objetivo e último para a aceitação do Cânon do Novo Testamento será sempre a revelação feita pelo Espírito Santo e transmitida fielmente por ela.

Quanto aos critérios secundários levados em conta, foram os seguintes:

1.- Sua origem apostólica (ou de geração apostólica).
2.- Sua ortodoxia na doutrina.
3.- Seu uso litúrgico antigo e generalizado.



Os idiomas da Bíblia

São três as línguas originais da Bíblia: HEBREU, ARAMAICO E GREGO.

Em Hebreu foi escrito:

- a maior parte do Antigo Testamento.

Em Aramaico foram escritos:

- Tobías
- Judith
- Fragmentos de Esdras, Daniel, Jeremias e do Gênesis
- o original de São Mateus

Em Grego foram escritos:

- o livro da Sabedoria
- o II Macabeus
- o Eclesiástico
- partes de Esther e de Daniel
- o Novo Testamento, menos o original de São Mateus

Fonte: http://www.acidigital.com
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

O livro das respostas

Este mês é dedicado à Bíblia, pelo fato do dia 30 de setembro ser dia de São Jerônimo, um grande biblista. A Palavra de Deus é muito importante em nossas vidas, pois nos indica caminhos, esclarece nossas dúvidas, e nos coloca na intimidade do Senhor e em comunhão com todos. Vamos usar este alimento espiritual como fortalecimento de nossa fé em Deus. Não deixe a Palavra de Deus juntando poeira em casa, leia a Bíblia e evangelize.
SÃO MUITAS as curiosidades que cercam a Bíblia. Ela é composta por 773.693 palavras e 3.566.480 letras. É dividida em 1.189 capítulos e 31.000 versículos. São três os idiomas básicos da Bíblia: hebraico, aramaico e grego. Figuram na Bíblia 3.573 promessas e a frase “não temais”, com algumas variantes,
aparece em 366 oportunidades, uma para cada dia do ano. O livro sagrado dos cristãos já foi traduzido em mais de 2.500 idiomas.
A BÍBLIA é um livro que a humanidade ainda não terminou de ler. E nem terminará. É um livro permanentemente novo e onde podem ser encontradas todas as respostas necessárias para descobrir o sentido da vida e o caminho da salvação. Não é, porém, um livro mágico. Ele precisa ser lido com os olhos da fé.
MUITOS tem medo de ler a Bíblia porque ela denuncia a opressão e a injustiça. (Ex. 3,7-12). Provoca mudanças nas pessoas e na sociedade. (Lc 1,10). Aponta novos caminhos de justiça e fraternidade. Julga os desejos e os pensamentos de corações humanos. Não há nada que se possa esconder da Palavra de Deus. (Hb 4, 1-14). Ela indica quem somos, o que devemos fazer, para onde vamos e para que vivemos.
TODOS temos fome e sede da Palavra de Deus. “Eis que vem o dia em que enviarei uma grande fome e sede sobre a terra.
Não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas fome e sede de escutar a Palavra de Deus”. (Am 8,11). Deus continua falando hoje, à nossa vida pessoal, familiar, comunitária e política através da Bíblia.
ANDAMOS  sempre à procura de respostas.. Quando rezamos, nós falamos a Deus; quando lemos a Bíblia é o próprio Deus quem fala e responde aos nossos questionamentos. Paulo apóstolo escreveu a seu discípulo Timóteo: “Toda a Escritura é divinamente inspirada e útil para ensinar, para repreender, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e capacitado para toda a boa obra” (2Tim 3,15).
+ Itamar Vian
Arcebispo Metropolitano
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sábado, 3 de setembro de 2011

Bíblia e Pastoral

A missão da Igreja tem seu fundamento na Palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura. Isto não é um fato de hoje, mas vem desde sua origem. Vem das Palavras de Jesus e dos Apóstolos, passando pelos Padres da Igreja, fazendo parte essencial da História da Salvação em todos os tempos.
As nossas pastorais se tornam infecundas quando o anúncio não é a Pessoa de Jesus Cristo, isto é, anúncio de sua Palavra, de seu ensinamento e de sua própria vida. Aí encontramos as motivações para desenvolver o tema "Eucaristia e Missão". A Palavra prepara a comunidade para vivenciar o Cristo Eucarístico.
Historicamente, estamos evidenciando uma passagem de momentos fortes em nossa atuação pastoral. Sequencialmente, a Igreja deu ênfase ao dado teológico, doutrinal e estruturada em princípios bem sólidos, que conseguiu influenciar a cultura milenar, ultrapassando os rincões da Idade Média.
Houve um salto para um Momento mais antropológico, voltando a atenção para a razão humana, tendo em vista a prática concreta da fé. Talvez pudéssemos chamar a isto de Idade Moderna, não só com o dado da fé e da Palavra de Deus, mas também com a capacidade racional da pessoa humana.
Agora se fala num aspecto cosmológico, mais globalizante, identificado como Idade Ecológica. É o que caracterizamos de Pós-Modernidade, de acento no indivíduo, mas relacionado com o todo ecológico. Mesmo com a evidência individualista, temos que nos dar conta de que tudo está concatenado, formando um todo existencial.
Podemos chamar a realidade atual de "capacidade quântica", de somatório matemático, onde tudo está relacionado com tudo. É neste meio que a nossa ação pastoral deve transitar. Creio que a Palavra de Deus seja o grande referencial de unidade e de caminho que deve ser percorrido com segurança.
Todas as pastorais são convocadas para um olhar clínico de si mesmas. As transformações na sociedade são gritantes, que atingem a ação da Igreja. O momento exige mobilidade, nova animação e superação do comodismo. É necessário entender as propostas da nova cultura para evangelizar com bons resultados.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Igreja no Brasil celebra o Mês da Bíblia 2011 com o estudo do Livro do Êxodo


“Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”, com essa frase, de São Jerônimo, que a Igreja celebra, nesse mês de setembro, o Mês da Bíblia. Neste ano, o estudo proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), será o Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”.
O Mês da Bíblia tem como tema “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”, e o lema “Aproximai-vos do Senhor”.
O presidente da Comissão para a Animação Bíblico-catequética e arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann, escreveu uma mensagem para toda a comunidade cristã que celebra o Mês da Bíblia.
Dom Jacinto pede que todos procurem viver intensamente o esse mês, em todas as comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. “Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão para a Animação Bíblico-catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira animação bíblica da pastoral, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo”, destacou.
O Subsídio
O Subsídio apresenta vários textos para estudo, reflexão, oração e prática para o Mês da Bíblia de 2011. Não pretende dizer tudo, mas apontar pistas para o trabalho individual e comunitário. Foi pensado como material de apoio, isto é, traz elementos informativos a serem desenvolvidos posteriormente e indica também roteiros práticos, que podem orientar grupos de reflexão e leitura orante sobre o assunto.
Leia abaixo a íntegra da mensagem de dom Jacinto Bergmann, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB.
Mês da Bíblia
Mês de Setembro para a nossa Igreja no Brasil já é, por uma bonita tradição, sinônimo de MÊS DA BÍBLIA. O grande São Jerônimo, presbítero e doutor, cuja memória celebramos no final do mês de setembro, dia 30, nos motivou desde o início e motiva ainda hoje para a dedicação do mês de setembro inteiro para ser o da Bíblia. Sabemos da importância do trabalho bíblico de São Jerônimo realizando a tradução da Vulgata; e sua frase é emblemática: “Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”.
Também já é uma bonita tradição, a CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, oferecer um tema para o Mês da Bíblia para o estudo, a reflexão, a oração e a vivência da Palavra de Deus. O tema pode girar ou em torno de trechos bíblicos, ou de um Livro bíblico, ou até de um conjunto de Livros bíblicos. A escolha do tema para o Mês da Bíblia deste ano de 2011, concentrou-se no trecho do Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”. É necessário olharmos as etapas da travessia desértica do Povo de Deus, saindo do Egito e buscando a Terra Prometida: as dificuldades enfrentadas pelo Povo de Deus, tanto os problemas da natureza, quanto os desafios oriundos pela convivência humana, criaram a necesidade de enraizar e vivenciar a fé, a esperança e o amor em Deus. Queremos aprender com o Povo de Deus a realizarmos a nossa travessia de discipulado e missão. Eis, pois, o tema tão propício para o Mês da Bíblia de 2011: “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”. Mas, o fundamental em tudo isso, é estar próximo ao Senhor Deus. Assim, do capítulo 16, versículo 9, é tirado também o lema: “Aproximai-vos do Senhor”.
Vamos viver intensamente o Mês da Bíblia em todas as nossas comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo.
Dom Jacinto Bergmann,
Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética
Fonte: Site da CNBB
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